ARTIGO

PT, 37 anos em defesa da democracia,

dos direitos e das políticas públicas

Exmo. Sr. Presidente, companheiro Deputado Edegar Preto

Sras. Deputadas; Srs. Deputados

Querido companheiro, Prefeito Ary Vanazzi, Presidente Estadual, em nome de quem saúdo todos os dirigentes do PT;

Querida companheira Margarete Ferretti, Prefeita de Nova Santa Rita, em nome de quem saúdo todas as Prefeitas e Prefeitos do PT;

Querida companheira Sofia Cavedon, Vereadora de Porto Alegre, em nome de quem saúdo todas as vereadoras e vereadores do PT;

Querida companheira Denise Falkenberg, trabalhadora do Banrisul e dirigente sindical bancária, em nome de quem saúdo todas as companheiras e companheiros petistas do movimento sindical;

Querida companheira Iyá Vera Soares, em nome de quem saúdo toda a militância de base do PT e, sobretudo as negras e negros que trouxeram para o partido a contribuição na luta contra as discriminações e preconceitos e pela liberdade religiosa;

Querido companheiro Marlon Monteiro, em nome de quem saúdo a juventude do PT e todas as juventudes, protagonistas da luta pela democracia, contra o golpe e pelos direitos;

Companheiras e companheiros militantes do PT aqui presentes;

Sras. e Srs. Servidores públicos aqui presentes na luta contra os ataques do governo Sartori;

Sras. e Srs. Servidores desta Casa;

Sras. e Srs. Telespectadores da TV Assembleia

Sras. e Srs.

Luiz Inácio Lula da Silva, o Presidente reconhecido no mundo como uma das mais importantes lideranças do nosso tempo por utilizar seu mandato para melhorar a situação do povo de seu país e do planeta.

Luiz Inácio Lula da Silva, vítima da maior e da mais cruel caçada política de que se tem notícia em nosso país.

Luiz Inácio Lula da Silva, que na última sexta-feira viveu mais um episódio dramático, com a perda da esposa e companheira, que ao longo de 43 anos de vida compartilhou com ele a luta sindical, a construção do PT e o grande esforço para melhorar a vida do povo brasileiro.

Luiz Inácio Lula da Silva simboliza, ao mesmo tempo, a grandeza e o drama do Partido dos Trabalhadores, fundado há 37 anos, em histórico encontro no Colégio Sion, em São Paulo, em 10 de fevereiro de 1980. Um partido que nasceu das lutas operárias e camponesas por melhores condições de vida, da resistência do povo brasileiro contra a Ditadura Militar e da consciência política de setores das igrejas progressistas, da intelectualidade, da juventude, das mulheres, das negras e negros e de organizações políticas socialistas sobreviventes à repressão e aos massacres do regime militar.

O PT que, já em seu manifesto de fundação, deixa muito claro os seus compromissos:” O Partido dos Trabalhadores surge da necessidade sentida por milhões de brasileiros de intervir na vida social e política do país para transformá-la. A mais importante lição que o trabalhador brasileiro aprendeu em suas lutas é a de que a democracia é uma conquista que, finalmente, ou se constrói pelas suas mãos ou não virá. A grande maioria de nossa população trabalhadora, das cidades e dos campos, tem sido sempre relegada à condição de brasileiros de segunda classe. Agora, as vozes do povo começam a se fazer ouvir por meio de suas lutas. As grandes maiorias que constroem a riqueza da Nação querem falar por si próprias. Organizam-se elas mesmas, para ... a construção de uma sociedade que responda aos interesses dos trabalhadores e dos demais setores explorados pelo capitalismo.”

No manifesto inicial o partido conclama os trabalhadores à participação política na defesa radical da democracia, já elevada à condição de conquista fundamental para o avanço na luta contra a exclusão e a desigualdade e para a construção de uma sociedade socialista.

Agora, neste momento de profundas incertezas e de graves ataques à democracia e aos direitos, é fundamental destacar que o Partido dos Trabalhadores efetivamente nasceu da base consciente e lutadora da sociedade brasileira. Não foi uma sigla criada em gabinetes, não nasceu com ampla bancada parlamentar. É um partido que em todos os momentos de conflito político soube afirmar o seu compromisso com o protagonismo, a participação e os direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores, dos moradores das periferias, das mulheres, da juventude, das negras e negros, com a luta contra as discriminações de gênero e de orientação sexual e, sobretudo, com a luta contra a exclusão e as brutais desigualdades sociais que condenaram por séculos milhões e milhões de brasileiros à fome e a extrema miséria.

Assim, podemos afirmar, com orgulho, que ao longo desses 37 anos, o Partido dos Trabalhadores, em suas experiências de governo, manteve, no fundamental, coerência com os princípios anunciados em seu manifesto de fundação.

Podemos afirmar, com orgulho, que nós somos o PT que legou para o mundo o ORÇAMENTO PARTICIPATIVO, construído em nossa primeira experiência de governo em Porto Alegre, reconhecido pela ONU como uma das mais importantes e significativas inovações em gestão pública e democracia. Que outros partidos podem reivindicar um legado tão importante nos tempos atuais? Somos também o PT das grandes Conferências de Políticas Públicas, do respeito aos Conselhos e à participação popular.

Podemos afirmar, com orgulho, que nós somos o PT QUE TIROU O BRASIL DO MAPA DA FOME. Nos governos Lula e Dilma, 36 milhões de brasileiros saíram da condição de extrema pobreza e pela primeira vez a ONU reconheceu o Brasil como um país livre da fome.

Podemos afirmar, com orgulho, que nós somos o PT dos 20 MILHÕES DE EMPREGOS, criados entre 2003 e 2014, o PT do PAC e dos grandes investimentos em infraestrutura e saneamento.

Podemos afirmar, com orgulho, que nós somos o PT DO DIREITO À EDUCAÇÃO, o PT da política de cotas, do ProUni, do FIES e do PRONATEC. Com Lula e Dilma, foram construídas 6.427 escolas de educação infantil, 214 escolas técnicas e 18 universidades federais. Podemos dizer com orgulho que os governos do PT multiplicaram o número de jovens no ensino técnico e superior mas, acima de tudo, tornaram realidade o sonho de milhões de jovens oriundos de famílias pobres, de famílias operárias e da agricultura familiar de cursar uma universidade.

Podemos dizer, com orgulho, que nós somos o PT do PRÉ-SAL, da DEFESA DA SOBERANIA NACIONAL e do PATRIMÔNIO PÚBLICO.

Podemos dizer, com orgulho, que somos o PT que LIVROU O BRASIL DA TUTELA DO FMI, devolvendo a soberania à nossa política econômica e às decisões sobre o nosso desenvolvimento.

Podemos afirmar, com orgulho, que nós somos o PT DOS GRANDES INVESTIMENTOS NA AGRICULTURA FAMILIAR.

Podemos afirmar, com orgulho, que nós somos o PT da INCLUSÃO e do COMBATE AOS PRECONCEITOS, através das políticas públicas afirmativas dos governos Lula e Dilma e também dos nossos governos estaduais e municipais.

Podemos dizer, com orgulho, que nós somos o PT que VALORIZOU O SALÁRIO MÍNIMO e criou o PISO SALARIAL DO RIO GRANDE DO SUL e sempre respeitou os direitos dos trabalhadores.

Podemos dizer, com orgulho, que nós somos o PT que ampliou o DIREITO À SAÚDE, QUE CRIOU O MAIS MÉDICOS E AUTORIZOU OS NOVOS CURSOS DE MEDICINA, que espalhou UPAs pelo país inteiro;

Podemos dizer, com orgulho, que nós somos o PT que garantiu MORADIA DIGNA A 2,5 MILHÕES DE FAMÍLIAS beneficiadas com o Programa Minha Casa Minha Vida, o maior programa habitacional da história do país.

Podemos dizer, com orgulho, que nós somos o PT DO COMBATE À CORRUPÇÃO, através do fortalecimento da Polícia Federal, da autonomia do Ministério Público e de leis que tornaram mais fácil o combate e mais severas as punições aos corruptos.

Podemos dizer, com orgulho, que somos o PT que RESPEITOU OS SERVIDORES PÚBLICOS do Estado e fortaleceu as políticas de desenvolvimento e distribuição de renda. Somos o PT dos governos liderados por Olívio Dutra e Tarso Genro que, em 8 anos, sem privatizar em sem aumentar impostos, não atrasaram um dia sequer os salários dos servidores.

Podemos dizer, com orgulho, que poucos partidos no mundo tiveram uma trajetória tão impressionante. Poucos partidos foram capazes de mudar de forma tão rápida tantos aspectos da vida social de um País. Esta é a grandeza do PT.

Mas temos também a humildade de reconhecer que estas conquistas não foram construídas sem profundas contradições e erros. Contradições próprias de um país que foi o último a abolir a escravidão. Contradições próprias de um governo popular num país em que as elites não têm projeto nacional e nem tampouco qualquer disposição de abrir mão de privilégios. Contradições e erros próprios de um partido feito por pessoas humanas, falíveis frente busca do benefício pessoal e frente a um sistema político que insiste em manter uma profunda dependência aos recursos privados no financiamento das campanhas. Contradições próprias de governos em que nosso partido nunca alcançou maiorias parlamentares sólidas, capazes de sustentar politicamente as profundas mudanças estruturais, a reforma do sistema político, a taxação das grandes fortunas, a reforma agrária e urbana, a democratização dos meios de comunicação e a construção de um sistema tributário menos regressivo e menos pernicioso ao desenvolvimento nacional.

Mesmo com todas estas contradições, o PT ousou desafiar estruturas seculares de opressão e privilégios. E esta é a razão principal desta campanha sem limites de ódio e agressões. Incapazes de obter uma maioria popular nas urnas, o grande capital e a grande imprensa promovem a maior campanha de difamação desde Getúlio Vargas. Uma campanha tão sórdida que leva um profissional do jornalismo da estatura de um Moisés Mendes, sem filiação ao PT, a postar, no último dia 3 de fevereiro, em seu Blog um artigo que peço seja incluído nos anais da Casa, com o contundente brado CANALHAS! CANALHAS! CANALHAS, em alusão a tantos jornalistas que se prestam a esta sórdida campanha contra Lula, contra o PT, contra a democracia e que patrocinaram o golpe contra os mais de 54 milhões de brasileiros que elegeram a Presidenta Dilma.

Um golpe, sim, que teve como protagonistas o grande capital, a mídia monopolista, setores do Judiciário, forças políticas oportunistas e setores da alta burocracia do Estado. Para os que ainda duvidam, aqui vai uma comparação de suas atitudes em dois momentos distintos, mas para fatos cuja natureza é idêntica.

Quando a Presidenta Dilma, num gesto de desespero para salvar seu governo, convidou Lula a ser Ministro Chefe da Casa Civil, a Globo patrocinou 26 horas de cobertura jornalística de ataques, acusando ser uma operação para salvar Lula da prisão; o ministro do STF Gilmar Mendes expediu liminar proibindo a nomeação; o juiz Sérgio Moro divulgou ilegalmente áudios de grampos também ilegais de conversas entre Lula e Dilma e declarou “ser uma vergonha a nomeação”; O Procurador-geral da República também considerou ser uma nomeação inadequada, Ministros do STF deram declarações públicas condenando a nomeação e “coxinhas histéricos” organizaram marcha do Parcão até a Assembleia Legislativa em repúdio. Lula até hoje não foi preso, nada contra ele foi provado, mas o golpe foi consumado.

Quando no último dia 2 de fevereiro, na calada da noite, o golpista Temer criou um Ministério por Medida Provisória e nomeou como titular Moreira Franco, “o gato angorá”, citado 32 vezes nas delações da Lava Jato recém homologadas pela Presidenta do STF, a Globo falou 3 minutos sobre o tema no Jornal Nacional, Gilmar Mendes, os demais ministros do STF, o Procurador-geral da República e o juiz Sérgio Moro ficaram em silêncio, da mesma forma que silenciaram os “coxinhas histéricos” do Parcão. Este é padrão: contra o PT ataques à exaustão; contra os golpistas da direita, o silêncio e a omissão!

Então, fica evidente que, um dos objetivos dessa campanha sórdida é sim destruir o PT. Mas o principal objetivo dos golpistas é a destruição de direitos do povo brasileiro.

Na velocidade que só os golpes sabem ter, atacam direitos históricos, congelam por vinte anos os gastos públicos em saúde, educação e segurança, mas deixam livres os gastos com o pagamento de juros aos especuladores. E, agora, querem aprovar uma Reforma da Previdência que, ao elevar a idade mínima para 65 anos, pode acabar com o sonho da aposentadoria de milhões de brasileiros. Além disso, com o corte nos investimentos públicos e a falta de políticas de desenvolvimento, ampliam o desemprego, diminuem o salário médio, entregam o pré-sal e a soberania nacional de forma verdadeiramente criminosa.

Aqueles que agridem o PT e o povo brasileiro têm pressa porque temem a força do povo nas urnas e nas ruas.

Assim, o PT chega aos 37 anos ainda mais necessário para que tenhamos uma nação soberana e democrática. O PT e a unidade das forças populares é cada vez mais necessária frente ao brutal ataque aos direitos da classe trabalhadora, ao desmonte das políticas públicas, à destruição da soberania nacional e frente ao ressurgimento de ações dos grupos de extrema direita que semeiam barbárie e ódio.

Reitero: Sim, nós temos profundo orgulho da nossa militância no PT e da nossa participação nas grandes realizações que a luta política produziu neste país tão desigual, tão excludente, tão carregado de preconceitos e discriminações. Mas também temos profunda consciência dos graves riscos e desafios hoje postos para o nosso partido. A urgência da convocação do VI Congresso está inserida nesse contexto. O Partido, sua militância, todas e todos que se referenciam no PT compreendemos que o partido precisa se renovar e reincorporar princípios, métodos e práticas que nos deram origem, reinterpretadas à luz da nossa experiência coletiva e das profundas transformações na estrutura econômica e de classes, na organização do Estado e das novas formas de dominação ideológica. Sabemos desse desafio e o enfrentaremos com a coragem dos que souberam, na luta coletiva, construir as grandes conquistas que protagonizamos no país.

Nossa bancada na ALRS, há oito legislaturas, vem dando a sua contribuição à luta. No ano passado, nos somamos ao PCdoB, ao PSol, à Rede e ao PDT, na trincheira de resistência ao desmonte do Estado promovido pelo governo. E este ano não será diferente. Estaremos juntos para defender as estatais gaúchas e o patrimônio do Rio Grande.

Rendo, em nome da bancada do meu partido, nossa homenagem a todas as mulheres e homens que construíram a história do PT nesses 37 anos. Rendo nossa homenagem à querida companheira Dona Marisa Letícia, ex-primeira dama, que nos deixou. Ela não apenas costurou a primeira bandeira do PT, mas também foi uma militante leal e corajosa. Como disse o companheiro Lula em seu discurso de despedida, que eu peço que seja incluso na íntegra nos anais desta Casa: Marisa morreu triste... pela canalhice que fizeram com ela... E disse mais: “Eu vou continuar agradecendo à Marisa, até o dia que eu não puder mais agradecer, o dia em que eu morrer. Espero encontrar com ela, com esse mesmo vestido que eu escolhi para colocar nela, vermelho, para mostrar que a gente não tinha medo de vermelho quando era vivo, e não tinha medo de vermelho quando morre”. Tua memória e tua grandeza, Dona Marisa Letícia, continuarão iluminando nosso caminho, agora que és mais uma estrela.

Registro também nosso reconhecimento a todas as prefeitas, prefeitos, vereadoras, vereadores, deputadas, deputados, senadoras e senadores do PT, que travam a boa luta no Parlamento. Agradeço, ainda, a todas as companheiras e companheiros que, no ano passado, foram candidatas e candidatos pelo PT num dos anos mais duros de nossas vidas. Agradeço também a todos os partidos de esquerda e movimentos sociais e populares pelos diálogos, alianças e parcerias construídas nas lutas em comum em defesa da democracia, da justiça e da inclusão social.

Viva o PT, Viva a luta do povo por democracia, soberania, direitos e dignidade. Viva a unidade das forças populares!

Muito obrigado!

*Tarcísio Zimmermann é deputado estadual e líder do PT na ALRS.

Leia o artigo do jornalista Moises Mendes, incluído no discurso do deputado Tarcísio Zimmermann e nos anais da Assembleia Legislativa.

Canalhas! Canalhas! Canalhas!

Esperei por muito tempo, sem grandes expectativas, pelo dia em que finalmente escreveria a palavra repetida neste título. Digito a palavra pela primeira vez para identificar os jornalistas que contribuíram para que a caçada a Lula se estendesse a dona Marisa Letícia e acabasse por provocar sua morte.

Não são canalhas uma única vez. São várias vezes canalhas. Canalhas! Canalhas! Canalhas! São mil vezes canalhas os que se aliaram ao golpe que derrubou Dilma Rousseff e passaram a cercar covardemente Lula, seus filhos, sua mulher, seus parentes, sempre com o pretexto lacerdista da moralização da política.

São canalhas os cúmplices dos corruptos golpistas no poder. São canalhas os que escreveram livros com ataques à Lula para tentar ganhar fama e dinheiro com acusações infantis e sem provas. São canalhas os que se dedicaram quase que diariamente a atiçar a Polícia Federal, o Ministério Público e a república de Curitiba contra Dilma e Lula.

São canalhas os jornalistas golpistas que devem ter escrito ontem sobre a morte de Marisa Letícia. Muitos de seus textos irão aparecer hoje nos jornais. São canalhas os que se atreverem a expressar sentimentos magnânimos, porque estariam acima de discordâncias e ideologias.

O jornalismo golpista ajudou a matar Marisa Letícia, processada desde setembro pelo juiz Sergio Moro.

Nunca Aécio Neves, o mais delatado dos políticos brasileiros, foi processado. Nunca abriram inquérito contra a irmã de Aécio, denunciada como recebedora de propinas para o tucano. Nunca investigaram José Serra, o homem dos R$ 23 milhões da Odebrecht na Suíça.

Nunca quiseram saber onde foram parar os R$ 10 milhões que o tucano Sergio Guerra recebeu de empreiteiras para melar uma CPI da Petrobras. Nunca condenaram nenhum tucano do metrô superfaturado e da merenda roubada de São Paulo.

Mas pegam os parentes de Lula e os parentes de amigos de Lula. E pegaram Marisa Letícia, porque era mulher de Lula e estaria envolvida na história fajuta do tríplex do Guarujá.

O jornalismo canalha ajudou na caçada a Marisa Letícia. O mesmo jornalismo canalha que poupa tucanos e amigos do homem do Jaburu e que agora irá simular que chora a morte de Marisa.

Jornalistas canalhas não devem evitar hoje a tentação da farsa dos textos de pesar pela morte de quem eles ajudaram a matar. Jornalistas canalhas devem ter a grandeza de serem canalhas autênticos.

E jornalistas canalhas autênticos devem escrever artigos cheios de lirismo e delicadezas sobre dona Marisa Letícia. Escrevam e publiquem. Os leitores sabem identificar o texto de um jornalista canalha.

(Apenas para lembrar, a expressão “canalha” foi consagrada pelo deputado Tancredo Neves, como reação ao golpe de 64, quando ele a repetiu duas vezes contra Auro de Moura Andrade, presidente do Senado, no momento em que este declarou que a presidência da República estaria vaga. O neto de Tancredo é um dos golpistas de hoje.)

Por Tarcísio Zimmermann

 

 

Publicado em 07/02/2017 às 18:31

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